A importação brasileira de resinas, utilizadas na produção de plásticos em geral, já atinge patamares semelhantes à capacidade prevista no Comperj, aquele que será o maior polo petroquímico do País. Com a aceleração das compras externas a partir do 2º semestre, o volume de importações de polipropileno (PP), polietilenos (PE) e PVC já está na casa de 130 mil toneladas mensais, ou aproximadamente 1,5 milhão de toneladas em números anualizados. É o mesmo patamar de produção de PP e PE previsto inicialmente no Comperj, o que cria um problema duplo para a indústria nacional: encontrar mercado para a produção do novo complexo, isso em um momento no qual o produto nacional perde espaço para o estrangeiro.